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12 de janeiro de 2017

Oi 2017



Eita 2016! Acabou né... um ano intenso, turbulento e que em muito nos testou. Foi um ano que, sem perguntar, mediu nossa capacidade de lidar com a bagunça que a vida pode ser. Se tem uma palavra pra esse ano, essa palavra é “eita”, definitivamente.
Quando me perguntam sobre o meu ano eu sempre respondo que foi cansativo, porém ótimo. A sensação é que vivi uns 1000 dias em uma semana, afinal o ano passou correndo por mim.
Eu amo o planejamento de início de ano, fazer lista de objetivos e afins, mas ano passado resolvi não fazer. Em lugar disso, fiz uma lista de gratidão com 15 coisas que eu tinha pra agradecer daquele ano e publiquei aqui, junto com as poucas e quase abstratas expectativas pro ano que estava começando.
Fui reler o post essa semana e percebi que havia achado a lista bem boba, as conquistas era coisas quase pequenas, se compararmos ao que escrevi na lista de resoluções daquele ano. Aí parei pra fazer a lista de 16 coisas boas de 2016 e bem, nunca fiz uma lista tão rápida e tão grandiosa. A maioria das coisas são bem pessoais e prefiro não publicar aqui. Mas tudo o que eu pedi foi “aprender mais, me aproximar ainda mais de Deus, viver rodeada de amor e ser feliz todo dia” e recebi isso vezes 1000. Pra muitos vai ser estranho eu dizer isso, mas 2016 foi um dos melhores (senão o melhor) ano da minha vida até hoje.
Essa semana tava conversando com um amigo sobre planejamento e falei, sem nem pensar “não planejei nada pra 2016 e ele foi o melhor ano da minha vida até hoje”. Na hora veio um estalo. É isso!
Não tem como viver sem planejamento, mas um ano é um espaço de tempo muito grande e sempre chegamos no dia primeiro com um caminhão de expectativas pesado demais pra ser carregado. Não tem espaço pro inesperado, não tem espaço pra surpresa e, muitas vezes, é no que a gente não espera que moram os itens da lista de grandes feitos do ano. A minha lista, por exemplo, inclui uma quantidade absurda de mudanças de planos, convições e boas surpresas.
Pra mim, 2016 foi um ano de autoconhecimento, de abertura de mente, de expansão do conhecimento. Foi uma ano de vivência, de conquista, de descoberta, de muita coisa acontecendo ao mesmo tempo o tempo todo. Eu havia dito a algumas amigas que eu iria dar um suspiro e dizer ufa, quando o ano acabasse, fiz isso sorrindo ao olhar pra trás e ver um ano que certamente será lembrado com carinho por toda a minha vida (mesmo com o tanto de merda acontecendo no âmbito mundial-nacional).
Agora 2017 me preocupa, porque chegamos esperando muito dele e, por isso, tento me forçar a não esperar nada. Sigo planejando o dia, a semana e até o mês, mas deixando espaço pro inesperado vir e até mudando os planos quando necessário. O que eu espero é que 2017 seja o que ele quiser ser, que ensine o que ele quiser ensinar. Só quero chegar ao fim do ano suspirando sorridente.
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