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12 de outubro de 2015

5 musicais que você precisa assistir

Que eu sou a louca dos musicais, não é segredo pra ninguém, mas vira e mexe tento convencer as pessoas de que elas devem amar também esse gênero teatral e cinematográfico maravilindo e não farei diferente aqui no blog.
Pra começar, quero indicar meus 5 musicais preferidos e dar motivos pra vocês assisti-los. Como nem sempre é fácil achar as versões teatrais em português, só darei dicas de versões cinematográficas, que são mais fáceis de encontrar pela interwebs, locadoras e lojas. 

FUNNY GIRL



É um filme longo? É. Mas tem cenas lindíssimas, uma história ótima, é engraçado na medida, tem músicas maravilhosas e tem Barbra Streisand, que é um excelente argumento.
O musical é baseado em uma história real, a da comediante Fanny Brice e foca no seu relacionamento com o primeiro marido, Nick Arnstein.  Um ponto interessante, é observar o jeito que Fanny leva a vida. Ela uma mulher de muita atitude e muito divertida, que coloca um toquezinho de humor em tudo e corre atrás do que quer, tanto que realmente virou uma grande estrela. Inspiração pra vida, não?


Você provavelmente já conhece: As músicas que tocaram em Glee (que foram quase todas as músicas do filme). Destaque pra Don’t Rain on My Parade, que a Rachel cantou nas primeiras regionais e na audição pra NYADA;  I’m the Greatest Star, que o Kurt cantou na audição pra West Side Story e You Are Woman, I Am Man, que a Rachel cantou com o Sr. Fantástico Paolo em uma cena que deixou meus olhos marejados. 

Você precisa ver: A sequência Henry Street – People e a versão do filme de You Are Woman.  Além de prestar atenção na atuação maravilhosa da Barbra.

CINDERELA EM PARIS



Eu tenho certeza que um viajante do tempo veio até aqui, me conheceu e fez o filme em minha homenagem, afinal é musical, é sobre moda, é com a Audrey Hepburn, é em Paris, basicamente, não existe a remota possibilidade de eu não gostar. E resumo os argumentos pra você gostar a nomes: Audrey e Fred Astaire.
A história é sobre uma revista de moda que está em busca de uma nova modelo pra próxima edição. O fotografo Dick Avery conhece a balconista de livraria super cult e avessa a moda Jo Stockton e a convence a ir com ele e a editora da revista pra Paris, posar pra um editorial - Jo, inclusive, só topa porque em Paris vai ter a oportunidade de conhecer um intelectual que admira - e lá acontecem várias aventuras e altas confusões (#SessãoDaTarde).


Você provavelmente já conhece: A sequência de cenas da sessão de fotos pro editorial, com figurinos lindissississimos. 

Você precisa ver: A cena da bohemian dance da Audrey, engraçadíssima. E as cenas de dança do Fred Astaire, com destaque pra Let’s Kiss and Make Up e Clap Yo Hands.


MAMMA MIA



Abba. E isso resume o parágrafo do argumento. São músicas do Abba contextualizadas de forma maravilhosa e interpretadas de forma de maravilhosa por gente como a Sra Wesley, James Bond, Karen Smith de Mean Girls e Miranda Priestly, ou, bem, os seus intérpretes. Sem contar que o cenário é um sonho e a história é uma gracinha e muito divertida. E tem a Meryl Streep fazendo o que sabe fazer melhor: ser maravilhosa.
A trama gira em torno da Sophie, que está prestes a se casar e descobre lendo o diário da mãe, Donna, três homens que podem ser seu pai e os convida pro casamento. Os três aparecem e sua mãe não curte muito a ideia. Já imaginam a bagunça que isso dá, né?


Você provavelmente já conhece: Boa parte das músicas, que são sucessos dos anos 70 que tocam até hoje por aí.

Você precisa ver: O relacionamento lindo da Sophie com a Donna, que é retratado lindamente em Sleep Through My Fingers (cena “impossível não chorar” do filme). E as cenas engraçadíssimas das amigas da Donna.

HAIRSPRAY




Anos 60, exageros, músicas da época, dançinhas engraçadas, John Travolta fazendo uma mulher, figurinos maravilhosos. Foi baseado em um filme do John Waters, então é cheio de ironias, cenas engraçadíssimas, tipo o cinema zombando dele mesmo, como é típico do diretor, mas também tem um bando de crítica social, como a luta dos negros por um espaço na TV – e na sociedade -, preconceito com tipos diferentes, como os gordinhos, padronização de estilos, etc.
O filme é sobre a Tracy Turnblad, uma adolescente gordinha que chama atenção dos produtores do programa The Corny Collins Show e passa a integrar o grupo de adolescentes que dança no programa. Só que Tracy tem ideias muito “rebeldes” e começa a fazer muito sucesso, ameaçando o estrelato da atual Miss Hairspray, Amber.  E logo Velma, mãe da Amber, começa com tentativas de tirar Tracy do programa.


Você provavelmente já conhece: A música You Can’t Stop The Beat, que Glee já interpretou. 

Você precisa ver: Não sei eleger uma cena ou música, mas o aspecto principal são os personagens, então preste atenção, principalmente, na fofíssima Edna Turnblad e nos seu relacionamento com o marido, a poderosíssima Mothormouth Maybelle e na afetada Penny Pingleton. 

Plus: A cena Mamma I’m a Big Girl Now não foi pra versão cinematográfica, mas é uma das minhas preferidas. Clica pra assistir a versão em inglês e em português.

DREAMGIRLS



Eu deveria fazer um post inteiro sobre Dreamgirls, um blog inteiro, quem sabe uma internet inteira dedicada a ele de tanto que amo esse filme. Como só o fato de ser meu filme e meu musical preferido não é um bom argumento, vou tentar convencer você com músicas nível Motown de qualidade, Eddie Murphy fazendo um feat de James Brown com Marvin Gaye, Beyoncé como uma espécie de Dianna Ross e Jennifer Hudson fazendo você passar por todos os sentimentos.
Conta a história do grupo vocal The Dreamettes, que em um concurso são convidadas pelo aspirante a empresário Curtis Taylor a serem backing vocals do cantor de soul James Early. Curtis começa a moldar o grupo para se tornarem as Dreams, grupo com mais apelo comercial e a partir disso começa a gerenciar outros artistas e cria a gravadora Rainbow. O filme se passa nos anos 60 e as referências aos artistas da época são claras. Trata de temas sociais, como o preconceito e separação entre negros e brancos e mostra toda a parte não legal por trás do mundo da fama.



Você provavelmente já conhece: As músicas I am Telling You I’m Not Going e Listen que são possívelmente as mais cantadas da história dos programas de calouros do mundo.

Você precisa ver: A interpretação da Jennifer Hudson, que ganhou um Oscar, inclusive e do Eddie Murphy, que surpreende em um papel mais sério que estamos acostumados. 

Plus: Se você conhece os artistas da Montown, é super divertido brincar de adivinhar as referências e, se não, na página do filme na Wikipedia tem a lista com as “respostas” pra você pesquisar e ouvir.

E vocês, o que acham de musicais?  Têm algum preferido? Conta pra mim aqui nos comentários.
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