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8 de agosto de 2016

A Melhor Semana da Sua Vida (em 7 atitudes)

Nem sempre a gente está motivado, nem sempre a gente acha graça nas coisas. Eu tenho passado muito tempo em casa porque tenho me dedicado exclusivamente ao TCC e com frequência tenho achado tudo bem chato.
Eu imagino que não seja a única a passar por isso e pra evitar que quando a noite chegar, chegue com ela a depressão (haha), vou te dar algumas dicas pra fazer dessa semana a melhor da sua vida.


1 - Quebre a sua rotina
Nem que seja uma atitude de minutos, faça algo que não tava na programação original do dia. 

2 - Dê uma volta sem rumo pela cidade
Ideias geniais, soluções pra problemas, suspiros aliviados e muitas outras coisas maravilhosas costumam surgir nesses passeios.

3 - Fale com alguém que você não fala há tempos
Sabe aquela pessoa com quem você adorava a conversar, mas faz tempo que não troca uma palavra. Manda um “E aí? Como você ta?” pra ela agora.

4 - Evite assuntos bad vibes
Existem assuntos ruins que precisam vir à tona, sim. Mas que tal, só por hoje, não reclamar ou não falar com aquela pessoa que só tem críticas a fazer.

5 - Faça uma coisa nova
Trabalhe uma nova habilidade, seja um desenho, uma coreografia copiada do youtube, um prato novo
na cozinha... Se arrisque.

6 - Comece a meditar
Mudou minha rotina e vai mudar a sua também. Eu prometo que vou fazer um post mais detalhado aqui, indicando ferramentas e tudo mais, mas no YouTube certamente tem uma meditação guiada perfeita pra você.

7 - Vá a um date com você mesmo
Vai pro cinema, pra um café, um restaurante e desfrute de umas horinhas com a pessoa mais importante da sua vida, no caso, você.

O número 7 foi proposital, você pode tentar uma ideia por dia ou tentar inserir todas diariamente. Vale repetir ou inventar novas maneiras pra que toda semana seja a melhor de todas, ok? Aliás, se quiser contar novas ideias nos comentários, vou adorar.

2 de agosto de 2016

Calma



Sei que a pior coisa que se pode dizer pra alguém que está surtando é “calma”, mas, de certa forma, é tudo o que você precisa ouvir, inclusive antes mesmo de surtar e é por isso que vim dizer somente isso com esse texto: Calma. Na verdade eu vou dizer bem mais coisas, como vocês já imaginam, mas todas convergirão pra “Calma”.
Eu não sou lá a pessoa mais naturalmente calma desse mundo, mas eu sempre tento me forçar a ser. Seja com um comportamento (na TPM eu me tranco no quarto e não falo com quase ninguém, com aqueles que eu falo, dou respostas monossilábicas. Assim não tenho motivo pra stress) ou, como será o foco desse texto, me forço a me acalmar com pensamentos.
O primeiro pensamento que uma pessoa surtando ou prestes a surtar deve ter é fazer uma ponderação. O que eu ganharei surtando? Eu ajudo. Rugas, gente te olhando feio, gente chamando a sua atenção, gente dizendo “calma” e te estressando mais ainda, mais rugas, talvez uma dor de cabeça e péssimos resultados com o que você está se estressando porque ninguém consegue fazer nada direito no meio de um surto.
Feito esse levantamento pense: O que eu ganharei mantendo a calma? Também ajudo. A chance de se sair bem com o que está te importunando, já que calmo você vai pensar melhor.
Outro pensamento pra se manter é: ainda tem tempo. Sério, não precisa enlouquecer. Você tem bem mais tempo do que imagina e só duas opções: gastar o que tem enlouquecendo ou aproveitá-lo de alguma maneira (se manter em paz é uma ótima maneira de aproveitar o tempo).
Quando eu estava no ensino médio lembro de quase todos os meus colegas enlouquecidos porque tinham que passar no vestibular, “meu Deus eu preciso ser aprovado”, “meu Deus tenho que estudar loucamente 24hs por dia pra passar”, “ai eu não vou conseguir”, “tenho que estudar mais”, 500 aulas particulares. Enquanto eu:


Meu único pensamento era: “DE BOA”. Mentira, a gente nem usava essa expressão ainda, mas ela resume muito bem meu estado de espírito. Tudo o que eu pensava era: “gente, eu sou tão nova, tenho tanto tempo pela frente. Se não passar esse ano, tenta ano que vem.”.
Resultado: eu passei de primeira pra uma federal concorrida e grande parte do pessoal que estava surtando está fazendo cursinho até hoje.
Entrei na faculdade e odiei o curso, mas eu não tinha muito o que fazer. O único lugar que me vejo é em cima de um palco e eu preciso de um diploma pra conseguir chegar lá. Eu surtei? Eu surtei sim. Chorei dias e dias porque tava odiando tudo, porque estava longe demais do meu sonho e isso aconteceu algumas vezes durante o curso. E em todas elas, só quando me acalmei vi as soluções chegarem.
Talvez seja o mal da nossa geração, mas parece que estamos sempre com pressa pra alguma coisa. E nessa pressa acabamos não apreciando nada do que está ao nosso redor. Sabe aquela história de apreciar a jornada? Ela serve pra grandes sonhos, mas pra pequenos objetivos e tarefas também. A única pressa que a gente tem que ter é pra aprender a aproveitar o que temos agora e nos preocuparmos menos com o que queríamos ter e (ainda) não temos.
Olha, eu me imaginava tendo uma vida completamente diferente da que tenho agora e já me entristeci muito por isso, mas não há nada que eu possa fazer além de curtir a vida que eu tenho hoje.  Inclusive, muita coisa maravilhosa aconteceu só porque eu tenho escolhido curtir essa fase. Eu acredito que algum propósito maior tem esse momento que eu estou vivendo e eu só vou entender lá na frente.
Se algo não está do jeito que você quer ou você precisa muito alcançar um objetivo,você precisa parar. Pode ser que se acalmando você vai descobrir tudo o que precisa fazer pra alcançar o seu objetivo. Ou você vai descobrir que não há nada muito prático que possa fazer agora. Aí é só esperar o momento certo de entrar em ação observando o que a vida está te dando agora e aproveitar.

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P.S.: Não estou pregando o conformismo, de forma alguma. Acho que a gente tem que agir o quanto pode pra alcançar nossos sonhos e objetivos, mas minha vivência me leva a crer que temos momentos em que não há muito o que fazer. Como se estivéssemos recolhendo experiências e ganhando energia nova pra voltarmos a agir.  Tipo quando a gente fecha um jogo até completar as vidas e poder voltar a jogar.
P.S.: Eu confesso que todas as minhas conquistas que contei – e outras mais que não vêm ao caso - não dependeram só disso. Tem Deus, tem um pouquinho de esforço meu, um montão de esforço dos meus pais. Mas nada teria acontecido se eu não tivesse me acalmado.


1 de agosto de 2016

Aleatório #2: Julho e a escolha do que nos afeta

Aparentemente eu perdi o controle sobre esse blog e os posts simplesmente resolveram exigir nascer. Tal qual o último, esse tema foi me encontrando de diversas maneiras ao longo do mês e deu seu grito definitivo exigindo ser feito texto no dia 31.
Julho foi um mês um tanto confuso. Foi um mês de aprender a lidar com sentimentos. Foi um mês de surpresas boas. Foi um mês de dúvidas (definitivamente foi um mês de dúvidas). Não posso fazer aquela fabulosa listinha que fiz no último post aleatório porque os highlights do mês foram profundamente íntimos e/ou envolviam outras pessoas. Mas posso destacar:

  • muitas festas de aniversário (e muitos salgadinhos, ainda bem)
  • muita meditação (aliás, preciso fazer um post sobre isso)
  • mais Gilmore Girls do que eu esperava
  • mais snaps (carolfrissan) mostrando a cara do que de costume, inclusive um cantando
  • muita dança
  • muitos Twinnings de limão

Julho foi um mês de bastante introspecção e de descobrir coisas sobre mim. Olhando pra dentro, desenhando, assistindo a um filme ou lendo algum texto eu descobri tanta coisa sobre mim, recebi tantas respostas. Foi louco. Uma dessas coisas que descobri foi que tudo o que nos afeta é porque, em algum momento, recebeu nossa permissão.
Pensa só. Se alguém nos decepciona, é porque confiamos em algum momento. Se alguém nos magoa, é porque depositamos nela nosso afeto e expectativas. Se alguém nos irrita, é porque escolhemos dar atenção ao que aquela pessoa fala. Nessa, eu descobri esse poder incrível que nós temos, de escolher o que vai nos afetar.
Nem sempre vai dar certo. Às vezes a gente vai se apaixonar, sem querer, por um cara que não corresponde. Ou uma amiga que sempre foi ótima, vai ter uma atitude inesperada. Ou algo que parecia que ia dar muito certo, simplesmente não dá. Mas o quanto pudermos tomar o controle, que o façamos.
Falo isso porque esse mês vi pessoas se irritarem de maneira exaustiva por motivos imbecis. Porque eu tive a oportunidade de me irritar de maneira exaustiva por motivos imbecis e escolhi não ganhar mais rugas. Porque tenho aprendido a aceitar meus estados emocionais. Porque tenho escolhido em lugar de me irritar por ter tido mais uma crise de ansiedade, tirar 10 minutinhos pra meditar, dançar ou desenhar.
Porque nesse ultimo dia do mês fui assaltada e - depois de chorar horrores, claro - escolhi agradecer pelo que foi poupado, escolhi não sentir raiva dos meninos que me assaltaram. Escolhi lidar com tudo de maneira serena (e usando referências de Girls in The House, é claro) e acabei sendo presenteada com a capacidade de ver mais beleza em tudo e sentir mais gratidão do que nunca.
Assuma o controle.

Vamos aos links desse mês (que não são poucos):










Acho que sobrevivemos a mais um mês e esses posts continuam ficando enormes. Ah, e agosto tem algo parecido com  BEDA por aqui. Conto com as orações de vocês pra chegar ao dia 31 sem ter que fazer um texto pedindo desculpas. 
https://www.facebook.com/groups/SOTMB/

19 de julho de 2016

Sobre Sonhos e Elena


Esse post definitivamente pediu pra nascer. Não de uma maneira natural: tive a ideia, vim e escrevi. Têm meses que algumas coisas (que já conto) acontecem e a única coisa que me vem a cabeça é esse textinho ainda em forma idealizada. Tudo isso me leva a crer que deve ter pelo menos uma pessoa pra quem ele fará muito bem, talvez seja eu mesma. Aguardemos os resultados.
Começando a história, há alguns meses estava no ônibus com um amigo - também ator - batendo papo e falando de nossas vidas profissionais. Como eu sempre falei que, terminando a faculdade de Jornalismo, iria pro Rio cuidar da Carol atriz, ele me perguntou se eu não ficaria em Três Rios pro resto da vida se tivesse uma oportunidade de ganhar a vida como atriz aqui mesmo.
Há poucas semanas assisti Elena, aquele documentário que parece poesia da Petra Costa (e que tem esse vídeo lindo de divulgação), e fiquei bem incomodada com como a Elena se tornou escrava do próprio sonho de ser atriz (tem o filme até no YouTube, assistam).
Hoje uma amiga perguntou se eu sei o que quero da minha vida, se sei como quero influenciar o mundo e as pessoas, se sei o que quero como profissional, essas coisas.

Organizando as ideias.

Quando meu amigo me perguntou a respeito de ficar em Três Rios eu respondi de imediato um “não”, porque qubraria tudo o que eu sonhei pra mim. Estaria satisfezendo a Carol atriz? Certamente. Mas e todos os meus outros lados?
Isso porque eu sei sim exatamente o que quero da minha vida (na medida do possível, né) e sempre tive tudo meticulosamente planejado. Sabemos que isso já chegou a ser péssimo a ponto de me gerar uma depressãozinha (que já se foi, graças a Deus) e essa ansiedade que realmente acha que eu sou a casa dela. Mas algo que eu aprendi foi permitir flexibilidades ao meu planejamento, sem necessidade de destruí-lo.
A realidade é que nessa conversa com meu amigo, me dei conta que eu não to focada só no meu sonho profissional, mas em um monte de outros sonhos que juntos talvez formem um estilo de vida. E acredito que isso talvez deixe meus sonhos mais fortes e me torne mais bulletproof.
A gente é ensinado que precisa ter uma profissão e colocar ela como o centro de nossas vidas e parece que se a a gente não se realizar profissionalmente nunca será feliz. E esquecemos que, às vezes, nossos sonhos profissionais dependerão de outras pessoas que não estão nem aí pra gente. E se a gente não se realiza, acabou a vida.
Olha, eu sou atriz. Vocês sabem como é difícil viver de arte nesse mundo? É coisa pra gente louca mesmo. Eu lido todo dia com a possibilide de que talvez eu nunca sinta que esse sonho foi, de fato, realizado. Imagina só se eu depositar tudo nele.
E não falo só de vida profissional. Qualquer sonho, objetivo, desejo, chame como que quiser. Nem sempre vai depender só da sua vontade e, se você colocar uma coisa só como centro da sua vida, as chances de terminar como a Elena são grandes demais.
Nós somos plurais demais pra nos limitar a um sonho só. Almeje uma vida inteira (e corra atrás dela).

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