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31 de janeiro de 2017

Sobre perfume artesanal

Eu sou apaixonada por perfume. Queria ser daquelas pessoas que tem um cheiro marcante de um perfume só, mas não consigo porque to sempre comprando perfumes novos. Gosto de combinar a fragrância com o dia, como o mood, com a ocasião. Então vocês já devem imaginar que eu adorei quando a Infinito me enviou uma de suas fragrâncias pra que eu conhecesse.


Eu amo tudo o que segue essa ideia de artesanal, de produção em menor escala e cuidadosa, feita de gente pra gente, sabe? E foi que me chamou a atenção na marca.
Gostei de ver o carinho que é aplicado em cada etapa. A essência é encomedada e toda mistura é feito pelo próprio Luís, dono da empresa. Eles tomam cuidado de manter os frascos bem simples e objetivos e até as embalagens seguem essa mesma proposta, simples e artesanal.
Recebi a fragrância número 29 que, de acordo com a página da Infinito, tem notas de topo de Tangerina, Açafrão e Tomilho, notas de coração de Lírio, Orquídea e Ylang Ylang e notas de fundo de Fava Tonka, Baunilha, Pau-brasil e Musgo de Carvalho. É um fragrância suave, mas ao mesmo tempo marcante, cheiro de mulher poderosa, sabe?
Achei a fixação bem boa também, dura tranquilamente umas 6 horas ou mais na pele. Só achei que o cheiro não espalha muito, o que não sei se é característica da fragrância que recebi ou das demais da marca. Mas é uma questão de preferência.
Tenho costume de dividir perfumes pro dia e perfumes pra noite e esse tem transitado tranquilamente entre os dois momentos. Foi pra minha seleção dos favoritos.
Cada perfume custa R$ 60,00, 100ml, o que é bem barato se a gente considerar a produção envolvida, a qualidade e os preços que vemos normalmente por aí. Se você quiser conhecer mais da Infinito, acesse a página deles no facebook que além da descrição de cada produto, tem umas dicas bem legais de uso de perfume.

Este é um publipost. Isso significa que a marca me enviou o produto pra que eu conhecesse e testasse, mas as opiniões aqui registradas são pessoais e verdadeiras.

12 de janeiro de 2017

Oi 2017



Eita 2016! Acabou né... um ano intenso, turbulento e que em muito nos testou. Foi um ano que, sem perguntar, mediu nossa capacidade de lidar com a bagunça que a vida pode ser. Se tem uma palavra pra esse ano, essa palavra é “eita”, definitivamente.
Quando me perguntam sobre o meu ano eu sempre respondo que foi cansativo, porém ótimo. A sensação é que vivi uns 1000 dias em uma semana, afinal o ano passou correndo por mim.
Eu amo o planejamento de início de ano, fazer lista de objetivos e afins, mas ano passado resolvi não fazer. Em lugar disso, fiz uma lista de gratidão com 15 coisas que eu tinha pra agradecer daquele ano e publiquei aqui, junto com as poucas e quase abstratas expectativas pro ano que estava começando.
Fui reler o post essa semana e percebi que havia achado a lista bem boba, as conquistas era coisas quase pequenas, se compararmos ao que escrevi na lista de resoluções daquele ano. Aí parei pra fazer a lista de 16 coisas boas de 2016 e bem, nunca fiz uma lista tão rápida e tão grandiosa. A maioria das coisas são bem pessoais e prefiro não publicar aqui. Mas tudo o que eu pedi foi “aprender mais, me aproximar ainda mais de Deus, viver rodeada de amor e ser feliz todo dia” e recebi isso vezes 1000. Pra muitos vai ser estranho eu dizer isso, mas 2016 foi um dos melhores (senão o melhor) ano da minha vida até hoje.
Essa semana tava conversando com um amigo sobre planejamento e falei, sem nem pensar “não planejei nada pra 2016 e ele foi o melhor ano da minha vida até hoje”. Na hora veio um estalo. É isso!
Não tem como viver sem planejamento, mas um ano é um espaço de tempo muito grande e sempre chegamos no dia primeiro com um caminhão de expectativas pesado demais pra ser carregado. Não tem espaço pro inesperado, não tem espaço pra surpresa e, muitas vezes, é no que a gente não espera que moram os itens da lista de grandes feitos do ano. A minha lista, por exemplo, inclui uma quantidade absurda de mudanças de planos, convições e boas surpresas.
Pra mim, 2016 foi um ano de autoconhecimento, de abertura de mente, de expansão do conhecimento. Foi uma ano de vivência, de conquista, de descoberta, de muita coisa acontecendo ao mesmo tempo o tempo todo. Eu havia dito a algumas amigas que eu iria dar um suspiro e dizer ufa, quando o ano acabasse, fiz isso sorrindo ao olhar pra trás e ver um ano que certamente será lembrado com carinho por toda a minha vida (mesmo com o tanto de merda acontecendo no âmbito mundial-nacional).
Agora 2017 me preocupa, porque chegamos esperando muito dele e, por isso, tento me forçar a não esperar nada. Sigo planejando o dia, a semana e até o mês, mas deixando espaço pro inesperado vir e até mudando os planos quando necessário. O que eu espero é que 2017 seja o que ele quiser ser, que ensine o que ele quiser ensinar. Só quero chegar ao fim do ano suspirando sorridente.

5 de outubro de 2016

Thanks, Arigato, Merci Beaucoup

É que esse blog fez um ano e eu não podia deixar de vir aqui agradecer a quem vem ler minha super exposição e opiniões exacerbadas aqui. Obrigada mesmo!
Se você ta chegando agora, obrigada também, seja bem vindo e não repara a bagunça. <3

Imagem: Ashraful Arefin

15 de setembro de 2016

Aleatório #3 - Menina, você sumiu!


Eu to tentando escrever o post de agosto há, agora, 15 dias. Mas muita coisa ainda estava - e algumas ainda estão - nebulosa por aqui. Na verdade há meses as coisas andam muito esquisitas mas, parece, que começam a tomar rumo agora.
Talvez seja o jeitinho da vida de me preparar pra algo que está por vir, me fazer ganhar maturidade, crescer espiritualmente, essas coisas que acontecem quando algo bom ta pra acontecer. Estava fuçando uns textos antigos e achei um que escrevi quando tudo começou a ficar estranho e, sei lá porque, não postei por aqui. Talvez não era a hora dele, mas acho que agora é (eu to cada vez mais convencida de que os textos têm vida própria).
Vou compartilhar aqui só um trechinho dele que é pertinente pra gente hoje:

“A questão é: eu não sei fechar ciclos. Eu fico agarrada emocionalmente a coisas, inclusive a rotinas que já deveriam ter sido encerradas. Começar uma nova rotina é difícil. Minha mente prefere se manter no que ela já conhece.
Mas o fechamento de ciclos é fundamental. Só assim novos ciclos ainda melhores têm espaço pra nascer e se desenvolver. Não à toa essa semana, nas vésperas da major change li esse texto e tudo fez sentido. Meu atual momento fez sentido. Fechar ciclos não e fácil, mas é necessário se eu quiser sair da minha bolha e ir além. Talvez não seja fácil como eu gostaria, mas vai valer a pena.
Enquanto é isso continuo tomando meu chazinho com um episódio calmante de série ou um vlog da Isa Ribeiro antes de dormir. Sigo orando pra ficar tudo bem.”

[Edição feita minutos antes de eu clicar em publicar]: Olha que louca, quase esqueço de contar que agora sou colunista no Superela, um site muito querido que tem como missão empoderar mulheres. Não é maravilhoso? É sim. E você pode ler meus textos clicando aqui

Vamos aos links:






Sobre a vida:

Ouvindo
Fiz duas playlists no Spotify que, não é por nada não, estão maravilhosas. Uma só de música pop cantada por gente iluminada (De Beyoncé a Belinda e tem sido atualizada com frequência) e uma revisitando clássicos, hinos, lembranças da melhor coletânea de DVDs que já existiu: VideoTraxxx.

Também resolvi relembrar os velhos tempos ouvindo a trilha de Across de Universe e poucas coisas podem se comparar àquela versão de Let it Be.
Cabe nesse espaço dedicar um minuto pra falar sobre a música nova do Kings of Leon, que é bem boa e que tem uma excelente sucessão de imagens formando uma obra surrealista da qual nada entendi que eles chamam de clipe. Família Followill continua de parabéns (em todos os sentidos) Jared me liga.



Assistindo
Continuo assistindo Gilmore Girls de maneira compulsiva e eu não sei o que fazer da vida quando acabar.

Lendo
Acabei de começar How To Be Good do meu amado Nick Hornby. Aguardem impressões no futuro (que pode ser próximo ou daqui há anos seguindo o meu ritmo de leitura).

8 de agosto de 2016

A Melhor Semana da Sua Vida (em 7 atitudes)

Nem sempre a gente está motivado, nem sempre a gente acha graça nas coisas. Eu tenho passado muito tempo em casa porque tenho me dedicado exclusivamente ao TCC e com frequência tenho achado tudo bem chato.
Eu imagino que não seja a única a passar por isso e pra evitar que quando a noite chegar, chegue com ela a depressão (haha), vou te dar algumas dicas pra fazer dessa semana a melhor da sua vida.


1 - Quebre a sua rotina
Nem que seja uma atitude de minutos, faça algo que não tava na programação original do dia. 

2 - Dê uma volta sem rumo pela cidade
Ideias geniais, soluções pra problemas, suspiros aliviados e muitas outras coisas maravilhosas costumam surgir nesses passeios.

3 - Fale com alguém que você não fala há tempos
Sabe aquela pessoa com quem você adorava a conversar, mas faz tempo que não troca uma palavra. Manda um “E aí? Como você ta?” pra ela agora.

4 - Evite assuntos bad vibes
Existem assuntos ruins que precisam vir à tona, sim. Mas que tal, só por hoje, não reclamar ou não falar com aquela pessoa que só tem críticas a fazer.

5 - Faça uma coisa nova
Trabalhe uma nova habilidade, seja um desenho, uma coreografia copiada do youtube, um prato novo
na cozinha... Se arrisque.

6 - Comece a meditar
Mudou minha rotina e vai mudar a sua também. Eu prometo que vou fazer um post mais detalhado aqui, indicando ferramentas e tudo mais, mas no YouTube certamente tem uma meditação guiada perfeita pra você.

7 - Vá a um date com você mesmo
Vai pro cinema, pra um café, um restaurante e desfrute de umas horinhas com a pessoa mais importante da sua vida, no caso, você.

O número 7 foi proposital, você pode tentar uma ideia por dia ou tentar inserir todas diariamente. Vale repetir ou inventar novas maneiras pra que toda semana seja a melhor de todas, ok? Aliás, se quiser contar novas ideias nos comentários, vou adorar.

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